Hiperestimulação Ovariana

hiperestimulacao ovariana

Hiperestimulação Ovariana

A FIV e a Hiperestimulação Ovariana

Como qualquer outro tratamento médico, a FIV tem riscos e benefícios. Esses últimos plenamente conhecidos, há quase quatro décadas e que resultaram em mais de 5 milhões de nascido no mundo.

No entanto, a FIV, como qualquer procedimento médico, pode ter suas complicações.

O maior fator de risco é a hiperestimulação ovariana severa que, felizmente, está sendo muito diminuída graças aos avanços na área de medicamentos e de protocolos de estímulo.

Grupo de Risco Hiperestimulação Ovariana

  • A hiperestimulação ovariana pode acontecer com aquelas pacientes jovens, aquelas que apresentam ovários policísticos e em quem se induz a ovulação.

Cuidados para a Hiperestimulação Ovariana

  • O nosso valor de corte para “risco” está em mais de 20 óvulos obtidos após a punção na FIV. Isso só acontece, no entanto, em torno de 1 a 2,5% por ciclo, sendo assim muito pouco frequente, mas existem  casos de hiper estímulo que podem chegar a ser fatais. São casos que necessitam de internação prolongada em UTI e que devem ser evitados a todo custo.
  • Para evitar o hiper estímulo ovariano tardio, naquelas pacientes que engravidam, a tática é congelar todos os óvulos e não transferir nenhum embrião.
  • Assim temos tido êxito em diminuir muito as duas grandes complicações da FIV, ou seja, a gravidez múltipla e também, chegando quase a zerar, a ocorrência de hiper estímulo ovariano severo.

Fonte:  Dr. Artur Dzik – Mestre e Doutor em Hiperestimulação Ovariana

  • Presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana – SBRH – 2010 / 2012
  • Representante Brasileiro da IFFS (International Federation of Fertility Societies) – SCIENTIFIC COMMITTEE 2010 / 2013
  • Diretor do Serviço de Esterilidade Conjugal do Hospital Pérola Byngton São Paulo
  • Especialização em Reprodução Humana no Hôpital Antoine Béclère, Paris – França – 1993 / 1994
  • Médico especialista em Ginecologia e Obstetrícia pelo Hospital das Clínicas da FMUSP
  • Mestre em Ginecologia pela FMUSP – 1995
  • Doutor em Ginecologia pela FMUSP – 2000
  • Título de especialista pela FEBRASGO – 1991
  • Idiomas: Inglês e Francês

Doutorado – Especialista em FIV

  • Doutorado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – 2000.
  • Tema: Estudo da variação da Inibina B como fator prognóstico da intensidade da resposta ovariana à hiperestimulação controlada nos programas de fertilização in vitro (FIV).

Mestrado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – 1996.

  • Tema: Avaliação Simultânea dos parâmetros FSH basal e idade como fator prognóstico da intensidade de resposta à hiperestimulação ovariana controlada num programa de Fertilização In Vitro e Transferência de Embriões.